Quando vi Kate Moss fechar o desfile da Gucci na semana de moda de Milão, fiquei pensando nisso.
O que chama atenção não é apenas o vestido icônico dos anos 90, da época em que Tom Ford estava à frente da maison. É a trajetória.
Moss viveu tudo intensamente. Fama, excessos, polêmicas, pausas. Saiu de cena, voltou quando quis, mas nunca deixou de ser ela mesma.
Talvez seja isso que me intrigue quando penso em mulheres que atravessam os 50 sob os olhos do mundo.
Com o tempo surge uma liberdade diferente. Uma fidelidade maior a si mesma.
Na minha nova coluna para a @voguebrasil, escrevo sobre essa passagem: da jovem rebelde que dominou os anos 90 à mulher 50+ que segue brilhando.
O estilo pode mudar. A autenticidade não.
Deixo meu VIVA para Kate Moss.
E você, quando pensa em mulheres que envelhecem com presença, quem vem à sua cabeça? Me conta?
