As pesquisas e a realidade mostram: a população 60+ atual é longeva, ativa, trabalha, viaja, empreende, consome. Enquanto os mais velhos no século XX eram frequentemente associados à retirada, no século XXI a velhice é plural e suficientemente revolucionária. E um novo termo tem pipocado na internet para se referir a essas pessoas: NOLT (New Older Living Trend, ou, em tradução livre, Nova Tendência de Viver a Maturidade). Apesar de se referir a uma maneira ativa e empoderada de lidar com o envelhecimento, o termo tem gerado críticas por criar um padrão de envelhecimento.
“Adoro boas sacadas. Contudo, NOLT é tão ambivalente quanto o antiquado ‘anti-idade’, escrito em produtos destinados para pessoas com mais idade. A terminologia ‘reposiciona’ a velhice como marca, o que é um perigo, enquanto nega o envelhecimento. A denominação é usada para descrever o ‘O estilo de vida do novo velho’, novo velho já diz tudo. A negação é explícita. E eu me pergunto: por que é tão difícil usar a palavra velho sem alegorias? Não é preciso mais uma ‘trend’ para validar a evolução do estilo de vida das pessoas maduras, muito menos uma que cria um padrão para o envelhecimento e coloca todas as pessoas 60+ na mesma embalagem”, escreve a colunista de Sua Idade @vivaacoroa. Em vogue.com.br, leia a pensata completa
