Por muito tempo ela foi definida mais pela aparência do que pelo talento. Até decidir mudar essa narrativa.
Muita gente lembra dela imediatamente por Instinto Selvagem. O filme foi um sucesso, é verdade, mas ela brilhou em muitos outros papéis. Foi indicada ao Oscar por Cassino, que eu adoro. Também escreveu um livro e produziu filmes.
Em 2001, enfrentou um AVC grave e, anos depois, contou sem filtro como precisou reconstruir a própria vida. Nesse mesmo período, viveu um divórcio difícil e uma disputa pela custódia do filho adotivo.
Existe ainda uma parte da história que nem sempre aparece tanto: o trabalho humanitário. Sharon é uma voz ativa na luta contra o HIV e a AIDS e há anos atua com a amfAR, ajudando a levantar milhões para pesquisa.
Mais recentemente, também se consolidou como artista plástica. Retomou a pintura durante a pandemia, transformou a casa em estúdio e já expôs em galerias.
Algumas trajetórias ficam mais interessantes com o tempo. Ganham profundidade, novas camadas e outros significados. 🙌
Meu VIVA para Sharon Stone. Vem junto?
Vídeo: gabrielaubry