Falar sobre sexualidade depois dos 50 ainda vem carregado de padrões e expectativas.
Quando, na verdade, deveria ser o contrário. Mais livre. Mais seu.
Escrevi essa coluna para a @voguebrasil, acompanhando a pauta do mais recente Vogue Sua Idade, que aconteceu no Rio, com presenças ilustres, como a @fernandalima, que, justamente por serem famosas, ajudam a espalhar para mais pessoas que envelhecer tem dores, mas também tem delícias.
Na coluna, falo sobre essas ideias que tentam encaixar a mulher 50+ em dois extremos. E, principalmente, sobre tudo o que existe no meio disso.
Porque existe muita coisa. Sexualidade não é apenas cumprir um papel. Faz parte das nossas vidas e ocupa um espaço importante na forma como vivemos.
A menopausa “tem as costas largas”, uma expressão que minhas avós usavam muito para se referir a alguém ou alguma situação que acabava levando uma fama, geralmente ruim, que nem sempre lhe pertencia.
Eu deixo meu VIVA para essa liberdade de escolher o próprio caminho. Seja ele qual for.
E você, vive isso com autonomia ou ainda se percebe tentando corresponder a alguma expectativa além da sua? Me conta?
