Vi uma matéria no Estadão sobre "as fronteiras entre o uso da tecnologia e a solidão nos tempos atuais", e me faz pensar em como a tecnologia pode até ocupar o tempo, mas não necessariamente o lugar do vínculo.
Isso fica ainda mais sensível com o passar dos anos.
Isso não quer dizer que devemos abandonar ou rejeitar o novo. Só não podemos abrir mão do que sustenta de verdade.
Companhia, além de presença, tem a troca, que faz muito bem para a saúde mental.
E isso, até o momento, nenhuma máquina conseguiu substituir.
Como você tem equilibrado isso no seu dia a dia? Me conta?
