Sabe o que mais me chamou atenção nessa história toda da “idade musical”? A liberdade de existir em vários tempos ao mesmo tempo.
Percebo como a nossa relação com a idade sempre foi carregada de tensão, expectativas, pressões e comparações. E, de repente, um simples resumo musical abre uma brecha leve para brincar com tudo isso.
Enquanto escrevia a coluna para a @voguebrasil, fiquei pensando nas minhas próprias idades. Nas que aparecem no papel e nas que habitam em mim, sem nenhum número para definir.
Talvez esse seja um dos aspectos mais interessantes do envelhecer: a chance de reunir tantas versões de nós mesmas, sem precisar escolher só uma.
Agora quero saber de você. Qual foi a sua “idade musical”? Me conta?
Ah! Cher foi uma das artistas que mais ouvi. ✨ Deixo aqui link da coluna.
