O envelhecer é fatiado — cada fase tem suas delícias e seus desafios. Os 50 não são os mesmos 70, nem os 80.
Mas eu acho que o mais bacana é chegar nesse patamar, no tempo do “eu posso”, do “eu sou”.
Às vezes me pego lembrando das versões que já fui. Umas ficaram pelo caminho, outras ainda moram em mim. Mas hoje, deixo de lado o que esperavam… E vivo sendo quem eu sou.
Sem desculpa. Com mais presença. Mais leveza. Mais potência.
Você também sente isso? Me conta?
Via: @fiftyandbold @anaraia