Em algum momento da vida, a gente entende que o tempo da amizade não se mede em anos — mas em risadas, em acolhimento, em leveza.
Comigo, isso ficou claro depois dos 50. É mais um dos presentes que a maturidade traz: a percepção de que vínculos verdadeiros não têm data de validade nem cronômetro.
A melhor parte? Continuamos encontrando novas amigas pelo caminho. E quando o encontro é de alma, parece que já nos conhecemos de outras vidas.
Viva as amizades espontâneas, possíveis. As que chegam como presente. As que transformam o cotidiano em algo mais leve e luminoso.
E um viva também às amizades de longa data — aquelas que resistem ao tempo, mesmo quando a rotina muda. Onde o afeto se mantém firme, apesar das pausas, das diferenças ou da distância.
E você? Tem feito amigos novos? Você se permite abrir espaço para novos encontros? Me conta?
via @gloriousbroads