Quando vejo a trajetória de Andréa Huguenin Botelho, penso no tempo que certas portas levam para se abrir. E em quantas mulheres estavam prontas antes mesmo de alguém decidir girar a chave.
Segundo dados da League of American Orchestras, menos de 10% das grandes orquestras do mundo são regidas por mulheres.
No Brasil, esse número ainda é difícil de mapear, o que por si só já diz muito.
Regência sempre foi vista como um lugar de autoridade. E, por muito tempo, a autoridade foi associada ao masculino.
Agora, @maestra.andreabotelho assume a Westpfälzischen Sinfonieorchester, um posto que nunca havia sido ocupado por uma mulher.
Eu não penso apenas na conquista, mas no que pode vir depois dela.
Deixo o meu VIVA para Andréa. Vem junto?
