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Viva Tony Bennett!

  • julho 21, 2023

Frank Sinatra dizia que ele, Tony, era o melhor cantor de Jazz que existia. Lady Gaga está entre as fãs e amigas de Tony Bennett, que nos deixou hoje, depois de encantar diferentes gerações. Já dá saudades.
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Diagnosticado com Alzheimer em 2016, teve suas paixões, a música e a pintura, como conexões com a realidade. Lembrava das letras, do ritmo, cantava com emoção e emocionava. As cenas acima são de um documentário sobre a turnê “One Last Time”, (Última vez), que aconteceu em Nova York, no Radio City Music Hall, em 2021.

 

 

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Ele e Lady Gaga em shows esgotados, em sintonia total pela música. Tony Bennett ensaiou por meses e com prazer com a cantora. Porém só a reconheceu em um único dia, no palco, sua verdadeira casa. Eu me emocionei muito quando assisti pela primeira vez e quando assisti hoje, de novo, me emocionei. Uma emoção bonita, gostosa, sabe? Tony Bennett desperta boas sensações e memórias aqui. E aí?
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Ele tinha 16 anos quando começou a cantar. Filho de imigrantes italianos, morador do Queens, em Nova York, deixou a escola para trabalhar como garçom, ajudar na renda da família e soltar a voz. A carreira despontou nos anos 50 nos Estados Unidos e no mundo. Foram mais de 70 anos de sucesso. O boom se deu quando ele cantava que tinha deixado seu coração em São Francisco, mas seu lance era mesmo Nova York, onde criou 4 filhos e amou 9 netos. Veio ao Brasil mais de uma vez, gostava do Rio de Janeiro e fez duetos com Ana Carolina e Maria Gadu.
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Tony nunca deixou de ser um autêntico crooner, nunca se rendeu aos modismos musicais, mas sempre esteve atualizado, de ouvidos abertos e pronto para celebrar o novo. E, generoso, convidava as mulheres que se destacavam na cena musical para para cantar com ele as músicas que todos, incluindo elas, amavam.
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Era um intérprete, o intérprete. Depois dos 60 anos ganhou 18 dos seus 20 Grammys. Foi indicado 41 vezes. Frank Sinatra tinha razão: Tony era o cara. Lady Gaga ainda não postou sobre a partida do amigo e ídolo, que parecia cantar para cada uma de nós, não é? Qual é a sua interpretação favorita?

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