Eu entendo do que ela está falando e quero muito chegar lá. E você? Já parou para pensar? Me conta?
Annie tem 89. Mas sentir, o que ela sente mesmo… é que tem 72. E sabe por quê? Porque adorava essa fase. Estava cheia de vitalidade — como ainda está, só que com uns ajustes. Como ela mesma diz: “Enquanto eu puder, eu faço.”
E não é sobre fingir que o tempo não passou. É sobre reconhecer o que ainda pulsa. É continuar se movendo, se permitindo, se sentindo viva.
Pode ser que alguma pessoa considere 72 uma idade tardia, mas são 15 anos de diferença. É bom lembrar que o envelhecer é fatiado, você não vive da mesma maneira que viveu entre os 50 e 60, do que entre os 80 e 90.
Os detalhes contam. Tudo conta. E isso também é resistência.
Eu acho bonito demais quando a gente entende que não existe idade certa pra ter vitalidade. Ela só muda de forma. E se a gente tiver carinho pelo próprio corpo e vontade de viver, ah… ela aparece.
Você tem uma idade preferida na vida? Qual foi? Me conta?
VIVA!
Via @alexkoekies — perfil da neta de Annie.