Hoje, 25 de novembro, é Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher.
Um dia que existe porque a realidade ainda exige que a gente fale, se una e denuncie.
Assisti a este vídeo, onde Juliette reúne um time de mulheres para chamar atenção para a seriedade do tema, e senti um aperto no peito.
São nomes, histórias, vidas interrompidas por uma violência que insiste em atravessar gerações.
Quando uma mulher é morta, todas nós somos atingidas.
E quando uma mulher denuncia, todas nós ganhamos fôlego.
O feminicídio não tem lado político.
Tem alvo. E esse alvo somos nós.
A violência começa muito antes da notícia: na humilhação, no controle, nas ameaças, no medo que paralisa.
Cada silêncio imposto é uma cicatriz coletiva.
Eu acredito na força da rede que sustenta, acolhe e escuta.
No impacto de cada mulher que encontra caminho para pedir ajuda. E que falar — mesmo quando dói — é uma forma de romper esse ciclo.
Se você está vivendo algo assim, não se culpe.
Não é exagero, não é frescura, não é “coisa de casal”.
É violência. E violência é crime.
Peça ajuda. Ligue 180. Você não está sozinha.
Hoje, eu deixo meu VIVA para todas as mulheres que resistem, para as que denunciam, para as que acolhem e para as que transformam dor em movimento.
E você, como se sentiu ao assistir esse vídeo? Me conta?
Vídeo: hugogloss