82% das mulheres com mais de 50 anos sentem que sua vida sexual é pouco — ou nada — representada na mídia.
E, quando falam sobre isso, muitas vezes é em segredo. Em dúvida. Em silêncio.
Mas chega uma hora em que o corpo pede escuta, e a gente começa a se perguntar:
“Eu realmente gosto do sexo que estou fazendo?”
“Eu me sinto desejada como sou?”
“O que eu, de fato, quero?”
A sexualidade não tem data de validade.
Falar sobre prazer, desejo e as mudanças do corpo é necessário, importante — e pode ser libertador.
E você? Já se fez essas perguntas? Me conta?
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