A história da Alice, e as fotos, me encantaram.
Ela olhava para as pessoas, o que passava despercebido.
Para a vida acontecendo sem pose.
Uma mulher, naquela época, ocupando a rua desse jeito.
Observando, registrando, escolhendo o que na visão dela merecia ser visto.
E eu fico pensando na coragem disso.
Isso é o que mais me chama atenção no trabalho dela.
Esse jeito de olhar vai muito além da fotografia, mas mostra presença.
Eu deixo meu VIVA para Alice Brill.
E você, costuma reparar nas histórias que passam ao seu lado todos os dias? Me conta?
Fotos: Alice Brill / Acervo IMS (Instituto Moreira Salles)
