O tema da redação do Enem 2025 — “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira” — amplia o alcance dessa conversa tão necessária. E urgente.
Assisti a diferentes falas que se conectam profundamente com esse tema.
Como bem lembrou o médico e pesquisador @alexandre.kalache, referência mundial em longevidade, esse é um processo que depende de todos nós.
Alexandre Nero fala sobre o medo de envelhecer sem apoio — e a médica Margareth Dalcolmo reforça que a antiga “pirâmide etária” virou um barril.
A matéria do Fantástico (disponível no Globoplay) mostra que, até 2060, as pessoas idosas serão um quarto da população brasileira.
Os números confirmam o que os 50+, 60+ já vivem no dia a dia: o envelhecimento deixou de ser futuro. É o agora.
Falar sobre envelhecimento é falar sobre economia, estrutura, saúde, políticas públicas, afeto e muito mais. É garantir que a vida siga possível — e digna — em todas as fases do envelhecer.
Eu acredito que amadurecer é ganhar consciência. Mas é preciso que o mundo à nossa volta amadureça junto.
Deixo o meu VIVA a esse debate, que finalmente chegou às salas de aula — e às conversas de todos nós. Mas, além de falar, precisamos agir.
E você? O que mais te faz pensar quando ouve falar em envelhecimento no Brasil? Me conta?
