A avó só queria ser amorosa do jeitinho dela. E a filha, com todo esse novo vocabulário parental, corrigindo.
Mas confesso: eu também não entenderia nada.
Fico observando esse jeito moderno de educar, falar e acolher. Ainda não tenho um netinho ou netinha a caminho, mas fico imaginando como vai ser por aqui e me preparando para o futuro.
Vou rir, me adaptar, dar meus pitacos — sempre com cuidado e muito amor. O que se quer é poder participar da vida deles. Certo?
As gerações mudam, a linguagem muda. Mas o amor atravessa gerações.
E por aí? Você se reconhece mais na mãe ou na avó? Me conta.