Atriz, diretora, produtora, escritora — e dona de um carisma único que atravessou gerações. Uma grande inspiração.
Do início no teatro à consagração em Hollywood, ela construiu uma carreira admirável e um estilo inconfundível. Seu figurino em Annie Hall (1977) virou símbolo de liberdade feminina e lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz. Chapéus, calças largas, ternos, gravatas — Diane transformou o “não convencional” em assinatura.
De O Poderoso Chefão (1972) a Reds (1981), de O Clube das Desquitadas a Book Club (ao lado de Jane Fonda e Candice Bergen), ela brilhou em papéis fortes, inteligentes e cheios de humor. O meu preferido é Alguém Tem Que Ceder (com Jack Nicholson) — daqueles filmes que a gente assiste sempre que está passando. E escolhi uma música da trilha do filme para essa homenagem.
Diane ganhou Oscar, Globo de Ouro, BAFTA e, em 2017, o AFI Life Achievement Award, homenagem máxima do cinema americano.
Mas talvez o mais encantador nela esteja fora das telas, na forma como Diane viveu seu envelhecer: com leveza, humor e originalidade — sem buscar padrões, apenas sendo quem era.
Além disso, Diane era engajada em causas de preservação arquitetônica em Los Angeles, na pesquisa sobre o Alzheimer (doença que atingiu sua mãe) e no apoio a projetos de proteção à infância.
Escreveu o livro Then Again, sobre memória, amor e identidade com a mesma delicadeza com que interpretava seus papéis.
Diane nunca se casou, adotou dois filhos e viveu a vida com humor, elegância e propósito. Um exemplo lindo de longevidade criativa — e de como a autenticidade pode ser o nosso maior papel.
VIVA, Diane Keaton!
E você? Qual filme dela mais te marcou? Me conta 💛