Um dia, o medo do envelhecer quase me paralisou. Hoje, ele me move. #tbt
Já falei algumas vezes sobre o medo que eu sentia do envelhecer. Era um medo real e difícil de enfrentar. Mas percebi que ele crescia na mesma medida em que eu me afastava de mim mesma.
Só quando me aproximei desse medo com curiosidade, acolhimento e escuta, as coisas começaram a mudar.
A mudança não veio de um dia para o outro. Deu trabalho e a inspiração vinda de outras mulheres que, como eu, decidiram não desistir da própria história, foi fundamental.
Foi assim que nasceu o “Viva a Coroa”. Do encontro com meus monstros. E com a beleza que existe em encaramos a vida de frente.
Hoje, sei que a etapa da velhice não é o fim, embora seja a última etapa de vida, para quem foi presenteado com uma vida longa. Pode ser um recomeço — quando a gente escolhe viver com propósito e corre atrás de se conhecer.
Por isso, deixo o meu VIVA para quem se escuta e entende que o tempo não rouba — ele revela.
E para você, como foi esse momento de perceber que tem mais passado que futuro? Deu medo? Me conta?
