Achei bem interessante essa entrevista com James Sexton, advogado norte-americano especializado em relacionamentos e divórcios.
No dia a dia de trabalho, ele vê de perto onde as relações começam a se desconectar. E uma questão aparece com frequência.
Não é a falta de sexo em si. É a falta de contato.
A linha entre ser um casal e se tornar duas pessoas que apenas dividem a casa começa a aparecer quando somem os beijos despretensiosos, o toque das mãos e aquela proximidade confortável.
A intimidade não se constrói só nos grandes momentos. Ela vive também nos pequenos gestos.
Gosto quando ele diz que, em vez de cobrar, devemos nos fazer presentes. Cuidar do vínculo, não apenas da relação que existe no papel.
E por aí, tem lembrado desses pequenos gestos no dia a dia? Me conta?
Vídeo: love.anthropology