“Minha cabeça é de 24 anos. Então comecem a publicar isso!” — foi o que ele disse numa entrevista. Achei divertida a provocação.
A idade cronológica nem sempre acompanha a cabeça, o coração, os desejos. Vivemos num mundo que adora colocar número em tudo. E tudo bem — a contagem tem seu valor. Mas um número, sozinho, não dá conta de contar a história de uma pessoa.
Outro dia postei o vídeo da Annie — aos 89, ela se sente com 72. Isso porque adorava essa fase da vida. Como ela mesma diz: “Enquanto eu puder, eu faço.”
Ringo segue nos palcos com bom humor e muita energia. E faz isso com autenticidade — sem negar o tempo, mas também sem deixar que ele defina quem é.
Viver com presença, gratidão e leveza.
Sentir cada fase, sem virar refém dela.
VIVA para quem segue curioso, inteiro, pulsando.
VIVA, Ringo!
E você? Já sentiu que sua idade “real” não é a que está nos documentos? Me conta?