Um ator que atravessou gerações com personagens marcantes, de Máquina Mortífera a A Cor Púrpura, e construiu uma carreira sólida, cheia de presença.
Em entrevista para NBC, ele fala com uma calma que chama atenção.
Reconhece que as coisas vão mudar, mas também diz que consegue conviver com isso.
E talvez o ponto mais forte esteja na decisão de falar.
De dar nome e tirar o peso do estigma que ainda existe em torno da doença.
Com o apoio da família, ele segue presente querendo contribuir e aprender.
Isso diz muito sobre lucidez e não deixar que um diagnóstico apague tudo o que ainda existe.
VIVA a coragem de quem escolhe contar a própria história.