Às vezes ainda não sei o que fazer ou dizer. Pois é… ainda. Aos 60, com filhos de 30 e 26 anos.
É um equilíbrio delicado. E, pelo que escuto nas conversas com outras mães, não estou sozinha nisso. Espero que o amor seja sempre maior do que as barreiras que se erguem pelo nosso o medo de errar.
A nossa expectativa sobre uma mãe muitas vezes a coloca em um pedestal. Esquecemos que mãe também é um ser humano, com tudo de bom e de ruim que qualquer pessoa carrega.
A mãe que nos trouxe frustrações também é filha, também viveu dores, acumulou cicatrizes e atravessou as próprias dificuldades. Mas não é simples olhar para a própria mãe como alguém que falha, sente medo e envelhece. Talvez esse seja mais um dos desafios do amadurecimento.
E acho que foi por isso que gostei tanto do meu domingo. Porque, no fim, o que mais importa para mim hoje é justamente isso: presença, afeto e tempo junto.
O meu Dia das Mães foi light e muito gostoso. Teve missa, almoço em casa (delivery 😉) e cinema, que eu amo, mas vou pouco nos últimos anos. O streaming mudou esse hábito.
O almoço foi longo, demos muitas risadas juntos. Foi ótimo. Exatamente como eu queria.
Obrigada @leo95lacerda e @alelacerda99. Amo vocês com todo o meu ser. ♥️♥️
E o seu dia, como foi? Me conta?
Ah! Não deixe de assistir ao filme “Michael”, um recorte sobre a vida e a carreira de Michael Jackson. Imperdível!