Ary Fontoura chega aos 93 mostrando que a força de continuar também pode ser leve, curiosa e cheia de humor. Uma carreira que atravessou décadas, personagens, formatos… e que nunca ficou parada no tempo.
Na pandemia, quando tanta gente se fechou, ele se abriu. Aprendeu, brincou, se reinventou. Pegou o celular, falou com o público de um jeito novo e ganhou um carinho que não veio só da nostalgia, mas da presença.
Hoje, ele assopra as velas celebrando a vida.
E nos stories, eu trago um vídeo antigo em que ele fala de amor.
Talvez esse seja o maior legado do Ary: seguir em movimento. Seguir disponível. Seguir acreditando.
VIVA, Ary Fontoura.
VIVA O COROA!
E você, qual sua memória favorita com o ator? Me conta?