Eu adoro Frank Sinatra e sempre o trago para o Viva a Coroa.
Quando estive em Palm Springs — onde ele tinha uma casa que virou ponto turístico, jantei num restaurante tradicional, desses sem pose, com comida incrível. E ali, entre fotos dele pelas paredes, lembrei das histórias que ouvi de quem conviveu com ele. Histórias que a própria biografia confirma.
Sinatra faliu algumas vezes e se reergueu. Um pouco pelo estilo divida, mas muito pelo excesso de bondade. Ele bancava músicos, ajudava amigos, levava todo mundo junto.
E esse vídeo mostra exatamente isso: o desapego, o gesto imediato, a vontade de aliviar a dor de alguém que ele nem conhecia. A grandeza de quem entende que tudo passa e que o valor das coisas está no impacto que deixam.
Com o tempo, percebo como doar tempo, atenção, afeto, presença, importa muito mais do que qualquer objeto guardado “para ocasiões especiais”.
E você, também acredita que a beleza está no que compartilhamos? Me conta?