“Se eu pudesse escrever para o meu eu mais jovem, eu diria: não seja tão cautelosa. Se arrisque.”
Quantas vezes você já se segurou por medo, cautela ou dúvida? Eu também já fiz isso — e às vezes é realmente necessário. Mas ouvir uma mulher de quase 90 anos dizendo que gostaria de ter arriscado mais é um lembrete poderoso.
Ela tem 88 anos. Anda apressada porque “tem coisas a fazer”, enche a vida de atividades, mas reconhece: o tempo é limitado.
Mas ela também fala de algumas inseguranças: o receio de ser a mais velha em uma viagem, de atrapalhar os outros, de não dar conta. Envelhecer não significa viver sem medos, mas seguir apesar deles.
Irene é uma mulher cheia de vitalidade, conta que faz exercícios, e da pra ver que se preparou para manter essa energia mesmo aos 88.
Eu deixo meu VIVA para Irene, por sua lucidez e por essa força que inspira.
E você? O que teria vontade de dizer hoje para o seu eu mais jovem?
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